Antes mesmo de conhecer Daniel, eu já pensava em relacionamento aberto (ele também tem outra pessoa). Agora, por que aberto? Porque de todos os relacionamentos que eu vi, monogamia era uma fantasia, para uma das partes ou para uma sociedade. Além disso, não estava afim de abrir mão de Daniel, que fazia total diferença nos meus dias, além de nos darmos as madrugadas mais divertidas, ever! Mas, quem toparia uma relação aberta??

Numa das noites de carnaval deste ano, estava com um grupo de amigos num bloco no Rio e resolvemos ir embora. Pedíamos um carro quando um cara bronzeado, de olhos bem claros, se aproximou querendo saber o que mais rolava pela cidade. Depois veio perguntar se podia dividir um carro conosco e se afastou de novo. Aquilo me intrigou. Fui até ele, perguntei o nome, então começamos a conversar.

Conseguimos um taxi, praça Marechal, esquenta para o tecnobloco, cachaça de jambu, as meninas queriam ir embora e eu havia começado tarde o dia. Leo foi encontrar os amigos num bloco espontâneo, para o qual nos convidou. Ele era muito gente boa (e gato rs). Fui atrás dele.

Andei da Candelária ao Catete nesse pequeno bloco de amigos. Ficamos. Foi delicioso. Fui embora. Ele foi me pegar em casa logo. Queria me levar para o motel, não topei. Ficamos pelo Leblon até o amanhecer entre beijos e confissões. Leo me disse que é divorciado, pai de dois filhos e tem uma namorada, em um relacionamento aberto. Pacote completo. Adorei!